Deputados repercutem Plano Safra, Morro dos Cavalos e investigações do Gaeco na Alesc


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Redação Santa Catarina em Pauta

Sessão também abordou entrega de novas viaturas para a Polícia Civil / Foto: Ana Quinto / Agência Alesc

O Plano Safra 2026/2027, a situação do Morro dos Cavalos, na BR-101, as operações do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) em Blumenau e a entrega de novas viaturas para a Polícia Civil estiveram entre os principais temas debatidos pelos deputados durante a sessão ordinária da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), realizada nesta quarta-feira (1º). Os pronunciamentos também trataram de investimentos na segurança pública e de questionamentos sobre a fiscalização de obras e contratos públicos.

O deputado Neodi Saretta (PT) destacou o lançamento do Plano Safra 2026/2027, que prevê R$ 622,4 bilhões em financiamentos para a próxima safra, sendo R$ 525 bilhões destinados ao agronegócio e R$ 97,3 bilhões à agricultura familiar. “É possível incentivar quem exporta, gera riqueza, e ao mesmo tempo incentivar quem produz os alimentos que chegam às mesas dos brasileiros”, afirmou. Já o deputado Maurício Eskudlark (PL) repercutiu a entrega de 65 novas viaturas para a Polícia Civil, informando que seis veículos foram destinados, por meio de emendas parlamentares de sua autoria, a municípios de diferentes regiões do estado.

Na tribuna, o deputado Mário Motta (PSD) comentou informações da Controladoria-Geral da União (CGU) sobre a manutenção do trecho do Morro dos Cavalos, na BR-101, após o deslizamento registrado em 2024. Segundo o parlamentar, o órgão apontou falhas na fiscalização por parte da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e na atuação da concessionária responsável pela rodovia. “Os deslizamentos de 2022 e 2024 não foram apenas por causa da chuva, mas por falhas no monitoramento e na execução de obras preventivas”, declarou.

O deputado Ivan Naatz (PL) abordou as operações realizadas pelo Gaeco em Blumenau relacionadas a contratos da administração municipal anterior. O parlamentar destacou o bloqueio de mais de R$ 54 milhões determinado no âmbito das investigações e questionou a ausência de prisões até o momento. Segundo ele, além do impacto financeiro, empresas com recursos bloqueados podem comprometer a execução de obras e a prestação de serviços públicos no município.

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