
O Porto de Imbituba movimentou mais de 4,56 milhões de toneladas de cargas entre janeiro e julho de 2026, com atendimento a 202 navios no período. Somente em julho, foram 633,5 mil toneladas movimentadas em 30 embarcações. As importações responderam por 44% do volume total, somando 1,98 milhão de toneladas e registrando crescimento de 2,59% em relação aos sete primeiros meses de 2025, enquanto as exportações alcançaram 1,79 milhão de toneladas, alta de 2,42%. “Os resultados mostram a importância estratégica do Complexo Portuário para as cadeias produtivas catarinenses e para os corredores logísticos brasileiros”, afirmou o diretor-presidente dos Portos de Imbituba e Laguna, Christiano Lopes.
Os granéis sólidos permaneceram como o principal tipo de carga movimentada, com 3,23 milhões de toneladas, equivalentes a 71% do total acumulado no ano. O segmento de contêineres, porém, apresentou o maior avanço, com 1,01 milhão de toneladas e crescimento de 44,8% na comparação com o mesmo período de 2025. A carga geral superou 195 mil toneladas, alta de 4,8%, enquanto entre os produtos de maior movimentação estiveram coque de petróleo, sal, farelo de milho, hulha betuminosa, fertilizantes, barrilha e ferro-gusa.
A cabotagem também registrou crescimento em julho, quando foram embarcadas 67,7 mil toneladas, volume 3,86% superior ao do mesmo mês do ano passado. Já as operações de transbordo ultrapassaram 309,2 mil toneladas entre janeiro e julho, representando aumento superior a 600% na comparação anual. No comércio exterior, as operações realizadas pelo Porto de Imbituba movimentaram mais de US$ 1,19 bilhão nos primeiros sete meses de 2026, crescimento de 18,17% em relação ao mesmo período de 2025.
Os dados reforçam o crescimento da movimentação portuária em diferentes segmentos ao longo do ano, com destaque para a expansão das cargas conteinerizadas e das operações de transbordo. Entre as cargas importadas em julho, destacaram-se a hulha betuminosa, o sal e o coque de petróleo, enquanto os principais produtos exportados no acumulado do ano incluíram coque calcinado e não calcinado, farelo de milho e toras de madeira.
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