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O Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região (TRT-SC) definiu nesta segunda-feira (1º) a lista tríplice para preenchimento da vaga de desembargadora aberta após o falecimento do desembargador Gracio Ricardo Barboza Petrone, em setembro de 2025. A escolha será feita pelo critério de merecimento e atenderá às regras de paridade de gênero estabelecidas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). As indicadas são as juízas titulares Maria Beatriz Vieira da Silva Gubert, Maria Aparecida Ferreira Jeronimo e Karem Mirian Didoné.
A sessão administrativa do Tribunal Pleno foi conduzida pela presidente do TRT-SC, desembargadora Teresa Cotosky, e reuniu 12 desembargadores. Considerado por integrantes do colegiado como um momento “histórico”, o processo marcou a primeira formação de lista tríplice com base na Resolução 525/2023 do CNJ, que prevê a ampliação da participação feminina nos tribunais de segundo grau e estabelece que 40% dos cargos da magistratura nessa instância sejam ocupados por mulheres.
Cinco magistradas concorreram à indicação. Maria Beatriz Gubert, titular da 4ª Vara do Trabalho de Florianópolis, ficou na primeira colocação, com 12 votos e a maior pontuação. Em seguida apareceu Maria Aparecida Jeronimo, da 3ª Vara do Trabalho de Florianópolis, também com 12 votos. A terceira vaga da lista ficou com Karem Didoné, titular da 1ª Vara do Trabalho de Balneário Camboriú, que recebeu 11 indicações.
A lista será encaminhada ao Tribunal Superior do Trabalho (TST), responsável por remeter os nomes ao Presidente da República, que fará a escolha da nova desembargadora. A avaliação das candidatas seguiu critérios objetivos previstos em normas do TRT-SC e do CNJ, incluindo desempenho, produtividade, presteza e aperfeiçoamento técnico.






